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Publicado em 03/08/2018

INCENTIVOS À CONSTRUÇÃO CIVIL SÃO COMEMORADOS POR EMPRESÁRIOS LOCAIS

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, na última terça-feira, elevar de R$ 950 mil para até R$ 1,5 milhão o teto de valor dos imóveis que poderão ser adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

INCENTIVOS À CONSTRUÇÃO CIVIL SÃO COMEMORADOS POR EMPRESÁRIOS LOCAIS

INCENTIVOS À CONSTRUÇÃO CIVIL SÃO COMEMORADOS POR EMPRESÁRIOS LOCAIS

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, na última terça-feira, elevar de R$ 950 mil para até R$ 1,5 milhão o teto de valor dos imóveis que poderão ser adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que empresta dinheiro com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) com juros menores que as taxas de mercado. O novo teto vai beneficiar todas as regiões do país e entrará em vigor em 1º de janeiro de 2019.
Também na última terça-feira, a Caixa Econômica Federal anunciou a redução de juros para crédito imobiliário direcionado a empresas. As taxas serão reduzidas em média de um a dois pontos percentuais ao ano, sendo a taxa mínima de 9% ao ano. De acordo com o Gerente Regional da Construção Civil da Caixa, Antonio Clever Iecher, as medidas reforçam a preocupação do governo federal em estimular a construção civil. “Essa é uma estratégia que visa, além de estimular o mercado, oferecer melhores condições para nossos clientes”, diz.

As medidas são comemoradas pelo setor. A expectativa é de que as mudanças aqueçam o mercado, promovendo redução de estoques e, consequentemente, novos lançamentos, e também impactem na geração de empregos – nos seis primeiros meses o setor criou mais de 300 novos empregos em Maringá. “O aumento valor do imóvel para compra com o FGTS impacta toda a economia. Cria-se um círculo positivo para a cadeia industrial da construção civil, que é uma das que mais emprega no país”, destaca o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Noroeste do Paraná (Sinduscon-PR/Nor), José Armando Quirino, que é proprietário da construtora Catamarã.

“Os bancos restringiram bastante o crédito para financiamentos, tanto pessoa jurídica como física nos últimos tempos. Isso estrangulou o mercado. Essas medidas trazem um alento para quem está em busca de imóveis e estava em dúvida por causa da falta de crédito e as incertezas na economia”, diz Quirino.

Ele ressalta ainda que o momento é oportuno para a compra por causa do estoque de unidade. “Apesar dos aumentos dos insumos desde 2016, as construtoras continuam segurando os preços. Isso, aliado as medidas do governo, favorecem a compra”.

O engenheiro civil Luis Renato de Oliveira Muçouçah, proprietário da Nova Um Construtora, acredita que as medidas trarão ânimo aos consumidores, o que deve se reverter em vendas e, consequentemente, redução do estoque de imóveis. “Se diminuir a oferta do mercado, abre-se espaço para novos lançamentos”, avalia Muçouçah. “O lançamento de projetos movimenta a cadeia e incentiva a geração de empregos”, completa o engenheiro.

A Nova Um Construtora deve lançar um novo projeto até o fim do ano. O edifício com cerca de 90 unidades será erguido na Zona 3 de Maringá. “Serão apartamentos compactos, voltados para investidores”, adianta.

 

 

Fonte: Textual Comunicação - Assessoria de imprensa Sinduscon NOR/PR

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